Gravatá: Concurseiros dizem que decisão de Joselito Gomes foi administrativa e cabe recurso

Milhares de concurseiros estão usando as redes sociais para informar que o decreto do ex-padre Joselito (PSB) que anula o concurso público de Gravatá, agreste pernambucano, foi uma decisão administrativa e cabe recurso na esfera judicial.

Advogados já estão se mobilizando para ainda esta semana ingressarem com pedido de antecipação de tutela para anulação da decisão do prefeito.

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Algumas pessoas que prestaram o concurso público atentam sobre um processo de Auditoria Especial (AE) relatada pelo conselheiro Ranílson Ramos do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE Nº 21100138-7) que julgou com Ressalvas as contas do ex-prefeito da cidade, Joaquim Neto (PSDB) com vistas ao exercício 2020, ano em que o concurso público foi realizado.

O Tribunal de Contas também julgou procedimento administrativo que tratava justamente sobre a aplicação de provas do concurso público nos dias 12, 13, 19 e 20 de dezembro de 2020.

Na decisão do TCE, jugou regular com ressalvas a auditoria feita no processo de contratação da empresa realizadora do concurso por não encontrar achados suficientes para motivar IRRREGUARLIDADES das contas.

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