A forte chuva que caiu sobre Gravatá provocou novos pontos de alagamento e voltou a assustar moradores. Um dos trechos mais críticos ficou completamente encoberto pela água, dificultando a passagem de veículos e pedestres e levantando alerta para quem circula pela área.
O cenário foi registrado no bairro São José, na comunidade Terreno do Banco. A Rua Miguel Gastão de Oliveira, que funciona como ligação estratégica com a BR-232 e com a Ponte da Fábrica — estrutura que atravessa o Rio Ipojuca — ficou tomada pela enxurrada após quase duas horas de precipitação contínua.

A quantidade de água acumulada foi tão intensa que a via passou a lembrar um curso de rio improvisado no meio da zona urbana. Até o momento, não há confirmação de residências atingidas internamente, mas o volume impressionou quem vive na região.
De acordo com relatos de moradores, o problema está longe de ser novidade. Sempre que ocorrem chuvas mais fortes, a água escoada de diversas ruas da comunidade converge para esse mesmo ponto, agravando a situação. A repetição do transtorno ao longo dos anos tem aumentado a insatisfação da população, que cobra intervenções estruturais para evitar novos episódios.
O impacto vai além do desconforto momentâneo. A rua afetada é rota importante para quem precisa acessar a rodovia e outras áreas da cidade, o que pode comprometer a mobilidade e gerar riscos, especialmente para motoristas desavisados.

A orientação é redobrar a atenção e evitar atravessar áreas onde o nível da água esteja elevado. Condutores devem buscar rotas alternativas até que o volume diminua.
A previsão de novas chuvas mantém a preocupação dos moradores, que aguardam medidas concretas para reduzir os prejuízos causados a cada inverno. Enquanto isso, a recomendação é cautela e monitoramento constante da situação nas áreas mais vulneráveis da cidade.








