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Gravatá: câmara municipal aprova PL da Ficha Limpa

Foto: Breno Reis

A Câmara Municipal de Gravatá, agreste pernambucano, colocou em votação o Projeto de Lei da Ficha Limpa Municipal. A sessão que colocou em discussão e votação a medida ocorreu na manhã desta terça-feira (14) na Casa Elias Torres, sede do Poder Legislativo.

Foi a primeira reunião deste ano que foi aberta ao público. Todos os 15 vereadores se fizeram presentes na reunião e por unanimidade de votos aprovaram à medida que vai impossibilitar a nomeação de secretários e pessoas de cargo comissionados que possuam impedimentos, ou que se enquadre na Lei de Ficha Limpa.

Quase todos os vereadores fizeram uso da palavra e se posicionaram a favor do Projeto. O presidente da Câmara, Léo do AR (PSDB), disse que em 2013 já teria apresentado a proposta em seu primeiro mandato, mas por motivos não revelados, o Projeto acabou caducando ao não ser sancionado pelo ex-prefeito Bruno Martiniano.

Agora, o projeto segue para a prefeitura de Gravatá onde o gestor Joselito Gomes (PSB) tem o prazo regimental de 15 dias para sancionar ou vetar a decisão do edil legislativo.

A Câmara Municipal de Gravatá, agreste pernambucano, colocou em votação o Projeto de Lei da Ficha Limpa Municipal. A sessão que colocou em discussão e votação a medida ocorreu na manhã desta terça-feira (14) na Casa Elias Torres, sede do Poder Legislativo.

Foi a primeira reunião deste ano que foi aberta ao público. Todos os 15 vereadores se fizeram presentes na reunião e por unanimidade de votos aprovaram à medida que vai impossibilitar a nomeação de secretários e pessoas de cargo comissionados que possuam impedimentos, ou que se enquadre na Lei de Ficha Limpa.

Quase todos os vereadores fizeram uso da palavra e se posicionaram a favor do Projeto. O presidente da Câmara, Léo do AR (PSDB), disse que em 2013 já teria apresentado a proposta em seu primeiro mandato, mas por motivos não revelados, o Projeto acabou caducando ao não ser sancionado pelo ex-prefeito Bruno Martiniano.

Agora, o projeto segue para a prefeitura de Gravatá onde o gestor Joselito Gomes (PSB) tem o prazo regimental de 15 dias para sancionar ou vetar a decisão do edil legislativo. Caso o prefeito não assine o projeto ou decida pela sua vedação, o presidente da Câmara vai promulgar a medida e espulgar todos os fichas sujas que ocupam cargos na prefeitura.

argos na prefeitura.

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