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Gravatá: a cidade onde quem é de fora tem valor e os de casa são ‘inúteis’

Gravatá: a cidade onde quem é de fora tem valor e os de casa são 'inúteis'
Gravatá: a cidade onde quem é de fora tem valor e os de casa são 'inúteis'
Clebson Amsterdan

Algumas pessoas pensam que somos idiotas, ou que não percebemos o que fazem no gélido salão palaciano. Tenho observado a forma como alguns profissionais nascidos e criados em Gravatá são desprestigiados por quem tem a batuta e o apito.

Quer dizer que em Gravatá não existem bons músicos? Bons jornalistas? Editores de vídeo? Designeres gráficos? Fotógrafos? Editores, redatores e profissionais da comunicação? Afinal para o que servimos? Para só para votar, defender e ser processado?

Quer dizer que os melhores profissionais da mídia precisam ser convidados (talvez por motivos escusos) de outras cidades para tomar o lugar de quem é da terra? Será que no âmbito municipal não se salva uma alma cristã capaz de ocupar posição de destaque?

Afinal, onde está o respeito por quem dedicou a vida por essa cidade? Ao longo destes últimos 20 anos tenho visto o ‘turista’ tomar assento em todos os lugares nesta cidade. E os nativos, assim como os ‘índios’ em nação tupiniquim são enganados com ‘espelhos’ e chocalhos.