
O deputado federal Eduardo da Fonte (PP) tem planos ambiciosos para o vereador Léo do Ar (PP), atual presidente da Câmara de Gravatá e também à frente da União dos Vereadores de Pernambuco (UVP), entidade com forte presença nos municípios e influência no legislativo estadual. O parlamentar aposta alto no aliado, reconhecendo nele uma peça estratégica para o futuro político do estado.
Léo do Ar está em seu quarto mandato como vereador e acumula reconhecimento por sua atuação consistente em Gravatá. À frente da UVP, consolidou sua imagem como liderança de projeção estadual, abrindo caminho para voos maiores. A avaliação dentro do Progressistas é de que seu nome reúne musculatura política e experiência para disputar uma vaga na Assembleia Legislativa de Pernambuco em 2026.
Além disso, o projeto político também mira 2028, quando Léo do Ar deve disputar a Prefeitura de Gravatá. A movimentação já causa incômodo em setores que visam o mesmo cargo, mas nos bastidores, a leitura é de que ele está preparado para encarar esse desafio. A aposta de Eduardo da Fonte, líder de federação partidária e possível candidato ao Senado, reforça ainda mais o potencial do vereador como nome forte para os próximos pleitos.
A estratégia dos Progressistas é clara: fortalecer internamente nomes com base sólida e representatividade regional. E Léo do Ar se encaixa perfeitamente nesse perfil. Para o grupo político, ignorar sua força seria subestimar um projeto que já está em curso e que pode se tornar determinante para o futuro da cidade e do partido em Pernambuco.
OPINIÃO DO AUTOR:
Léo do Ar simboliza um perfil raro na política local: alguém que, com base em mandatos consistentes e capacidade de articulação, consegue ultrapassar os limites do legislativo municipal e se tornar uma figura de destaque no cenário estadual. O apoio de Eduardo da Fonte não parece ser apenas um gesto político, mas sim uma aposta estratégica em alguém que representa estabilidade, diálogo e influência nos bastidores. Se bem conduzido, esse projeto pode não apenas redesenhar o futuro de Gravatá, mas também fortalecer a presença do PP em Pernambuco. O desafio agora será manter a coesão interna e lidar com resistências naturais de quem teme perder espaço para uma liderança em ascensão.
