
A corrida por uma cadeira na Assembleia Legislativa de Pernambuco (ALEPE) já começa a ganhar forma em Gravatá. Três nomes despontam como protagonistas na disputa local: Léo do Ar (PP), Viviane Facundes (sem partido) e Waldemar Borges (PSB). Embora todos tenham chances reais de conquistar uma boa votação, o cenário ainda é de incerteza sobre quem liderará a preferência do eleitorado.
Com histórico consolidado nas urnas, Léo do Ar chega com vantagem. Atual vereador em seu quarto mandato, ele já foi o mais votado da cidade em três eleições e demonstrou força política ao garantir expressiva votação para o deputado federal Eduardo da Fonte (PP). O desempenho reforça seu prestígio local e mostra que mantém um grupo político coeso e com capacidade de mobilização.
Do outro lado, Viviane Facundes entra na disputa com o respaldo do marido, o prefeito Joselito (AVANTE), que obteve mais de 32 mil votos nas últimas eleições municipais. Embora ainda sem filiação partidária confirmada, especula-se que ela possa integrar o PL, partido do deputado federal André Ferreira. Nos bastidores, Viviane analisa cuidadosamente os movimentos políticos antes de firmar alianças, em uma estratégia que visa maximizar sua viabilidade eleitoral.
Já Waldemar Borges, experiente parlamentar do PSB, optou por seguir um caminho independente. Apesar de já ter integrado a base do atual prefeito, atualmente se alinha a figuras que também romperam com a gestão de Joselito. Mesmo fora do núcleo governista, Borges mantém influência na região e aposta em sua trajetória para atrair votos.
O cenário em Gravatá aponta para uma disputa acirrada e sem favoritos absolutos, onde o capital político acumulado, o apoio de lideranças e a estrutura de campanha poderão ser decisivos no resultado final.
