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Diferenças entre a tristeza e a depressão 

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Ser dispensado de um emprego, perder um ente querido. Esses motivos podem deixar qualquer um triste. Mas como saber se a tristeza é, na verdade, um caso de depressão?

Conhecer as diferenças ajuda a entender o que você está sentindo e saber quando procurar a ajuda de um especialista.

Duração – Enquanto a tristeza dura algumas horas ou até alguns dias, a depressão, sem o tratamento certo, pode durar meses ou anos. Na verdade, uma pessoa é considerada com depressão quando a tristeza dura mais de duas semanas.

Intensidade – A tristeza é um sentimento normal e não afeta a sua produtividade. Mesmo triste, você consegue fazer as tarefas simples do dia a dia. Já no caso da depressão, o sentimento ruim não passa e afeta vários aspectos da vida: saúde, trabalho, relacionamentos, família e vida social. Em casos mais sérios, pessoas com depressão podem até pensar em suicídio.

Causas – A causa da tristeza geralmente é algum acontecimento específico. Já no caso da depressão, existem alguns fatores que podem aumentar o risco de ela se desenvolver, por exemplo: a deficiência na produção de algumas substâncias pelo cérebro, herança genética, aspectos da personalidade (baixa autoestima ou pessimismo) e fatores ambientais (como exposição à violência, à negligência ou à pobreza).

Enquanto tristeza dura algumas horas ou até alguns dias, o mesmo não acontece com a depressão, que pode causar vários sinais e sintomas. 

Conheça os principais:

  • Não ter interesse ou prazer em atividades que antes eram divertidas;
  • Perder ou ganhar peso sem ter feito alterações na dieta;
  • Ter problemas com sono (dormir pouco ou dormir demais);
  • Ter explosões de raiva, mesmo por motivos bobos;
  • Estar sempre cansado, com pouca energia ou lento;
  • Sentir dificuldade para se concentrar ou para tomar decisões;
  • Ter sentimento de culpa ou de inutilidade.
  • É importante você saber que a depressão tem tratamento e, na maioria dos casos, cura..

Então, se acha que pode estar com o problema, o melhor é procurar um profissional de saúde mental.

Andréa Ladislau

Psicanalista (SPM); Doutora em Psicanálise, membro da Academia Fluminense de Letras –cadeira de número 15 de Ciências Sociais; administradora hospitalar e gestão em saúde (AIEC/Estácio); pós-graduada em Psicopedagogia e Inclusão Social (Facei); professora na graduação em Psicanálise; embaixadora e diplomata In The World Academy of Human Sciences US Ambassador In Niterói; membro do Conselho de Comissão de Ética e Acompanhamento Profissional do Instituto Miesperanza; professora associada no Instituto Universitário de Pesquisa em Psicanálise da Universidade Católica de Sanctae Mariae do Congo; professora associada do Departamento de Psicanálise du Saint Peter and Saint Paul Lutheran Institute au Canada, situado em souhaites; graduada em Letras – Português e Inglês pela PUC de Belo Horizonte.

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