
O PERNAMBUCO NOTÍCIAS recebeu denúncia [fonte preservada] de que a rede de saúde bucal de Gravatá teria três unidades de saúde sem funcionamento regular e não realiza a reabilitação oral através da entrega de prótese desde janeiro deste ano.
Segundo a denúncia, a Unidade de Saúde do distrito de São Severino teve seus atendimentos odontológicos paralisados há mais de um mês por falta de equipamento. A mesma situação ocorreria na Unidade de Saúde do bairro do Jucá e do Ricardo Valmir.
A denúncia ainda diz que qualquer pessoa que precisa realizar atendimento nas unidades relacionadas precisa pegar um transporte e se deslocar para o Centro de Especialidades Odontológicas para TENTAR conseguir uma vaga.
Com relação ao serviço de prótese, o município de Gravatá não realiza o serviço desde janeiro de 2021. O município recebe verba federal mensal no valor de R$12.000,00 para confecção de até 80 próteses por mês e não realizou nenhuma reabilitação, deixando média de 400 pessoas totalmente desassistida.
O QUE DISSE O SECRETÁRIO DE SAÚDE:
O secretário de Saúde Frailan foi acionado para responder aos tópicos da denúncia. Atento aos valores, o secretário pontuou que o valor para confecção de próteses de fato custa mensalmente R$ 12 mil reais.
O PSF de São Severino não estaria atendendo porque houve furto do compressor há 15 dias, inclusive um dentista registrou Boletim de Ocorrência na Delegacia de Polícia. O compressor da sala de dentista do PFS Ricardo Valmir teria saído para manutenção semana passada.
No Juca, o compressor da sala do dentista é inexistente, mas a gestão aguarda demanda já licitada. O compressor deixado pela gestão passada apresentava risco de explosão.
Sobre a confecção de novas próteses, o secretário disse que o serviço foi suspenso porque o laboratório anterior não prestava um serviço adequado, repleto de denúncias. As próteses, segundo, usuários, não era de qualidade.
