
Nos últimos dias tenho feito muitas reflexões sobre minha vida profissional, e uma coisa que tomei como exemplo foi o comportamento de algumas pessoas que se diziam serem minhas amigas.
Depois de um jogo sujo nos bastidores da comunicação, decidi me ausentar de alguns projetos e tomar um rumo diferente sem dar muitos detalhares deles.
Aliás, estou aprendendo a não dizer mais nada a ninguém, e quando digo é para minha mãe, meu parceiro e meus irmãos de sangue.
Infelizmente, aqui na terra não temos “amigos” de verdade. Existem pessoas que nos admiram, que gostam de gente pelo fazemos ou somos, mas amigo mesmo, só o nosso criador: DEUS, e ele está no céu olhando cada comportamento nosso.
Moro em uma cidade onde pouquíssimas pessoas gostam de ver as outras se dando bem. Aqui em Gravatá (PE), se você abre uma farmácia, o concorrente abre uma do lado pra tomar sua clientela. Se você abre uma hamburgueria, o concorrente abre uma do seu lado, faz plágio da marca e ainda entra no seu grupo de WhatsApp para tomar clientes.
Quando criei este site em 2006 ninguém sabia nem o que era “internet”. Hoje, é um “blog” pra cá, outro “blog” pra lá; um jornalista que nasci aqui e outro que surge dali.
Estou decepcionado com 90% dos urubus que me rodeavam; a maioria deles só queriam estar do meu lado para usufruir da minha potencialidade com a comunicação.
As pessoas só esperam o nosso erro para nos atacar. Sou prova viva disso. Fui atacado quando sofri um acidente, fui atacado quando mostrei meu ponto de vista sobre a paralisação dos caminhoneiros, fui bombardeado quando mostrei que havia comprado um carro e foi assim quando tirei uma foto ao lado do meu parceiro.
Eu sempre fui alvo de críticas e perseguições. Não vou mais tolerar isso. Há cerca de 30 dias bloqueei algumas pessoas nas minhas redes sociais, cortei todo tipo de laço. Aprendi que só podemos ter do nosso lado pessoas positivas, o negativismo precisa ser afastado.
Fizeram de tudo e me afastaram do rádio, fizeram de tudo e me afastaram do campo político.
“Podem me tirar tudo, mas não podem tirar as coisas boas que eu já fiz para quem eu amo”
Assim diz o trecho da música: Dias de luta, dias de glória de Charlie Brown Júnior. Sigo lutando, como sempre, para ter dias de glória, sem bater, sem machucar as pessoas.
Estou tranquilo, com a mente mais relaxada, sem muitos estresses. Tenho encontrado conforto em Deus, diante tantas frustrações. Tenho “certeza” que breve o CASTIGO divino cairá sobre estas pessoas vestidas de bom moço, bom partido, bom político, bom amigo e que a única coisa que pensam é no poder, no dinheiro e na vida regada de luxo alicerçado no suor alheio.
