
Os mercados europeus e os índices futuros dos EUA operam no positivo, motivados por uma pesquisa divulgada na quarta-feira sobre a variante Ômicron.
Um estudo do Imperial College London indica que o risco de internação hospitalar de quem se infecta com a Ômicron é 40% a 45% menor do que quem teve contato com a variante Delta. Além disso, a Food and Drug Administration, a Anvisa americana, autorizou o uso dos medicamentos orais da Pfizer e da farmacêutica MSD (Merck Sharp & Dohme) para o tratamento da Covid-19 fora do ambiente hospitalar.
Nos EUA, sai o Índice de Preços para Gastos de Consumo Pessoal (PCE) de novembro. O indicador de inflação é um dos favoritos do Federal Reserve para decidir como vai ficar a política econômica americana. Espera-se uma alta de 0,4%, em relação a outubro. Já o núcleo, que desconsidera a volatilidade dos alimentos e dos combustíveis, deve subir 4,5% em 12 meses.
Os dados do Departamento de Comércio americano mostram que o indicador vem aumentando nos últimos meses. O núcleo avançou de 3,7% em setembro para 4,1% em outubro.
Por aqui, a atenção fica voltada para o IPCA-15 de dezembro, que é a prévia da inflação para o período. A expectativa é de que a desaceleração dos combustíveis ajude a aliviar o indicador e garanta um recuo de 1,17% em novembro para 0,82%. Se a previsão se confirmar, será a primeira taxa abaixo de 1% desde agosto.
