
É de se estranhar o comportamento de algumas prefeituras de Pernambuco que através de decreto determinaram que os cidadãos nativos ou turistas se abstenham de soltar fogos de artifício ou queimem fogueiras.
O motivo da estranheza é que mesmo diante a proibição da queima de fogos e fogueira que ‘jurada e sacramentada’, a prefeitura não proibiu a venda de fogos em barraquinhas e até mesmo na frente de algumas residências. Além disso, em vários pontos da cidade e zona rural algumas pessoas estão vendendo madeira extraída ao longo dos últimos meses.
O correto seria proibir inicialmente a VENDA de tais produtos para subsequentemente coibir a população de ter aceso ao material. O site teve acesso ao decreto da prefeitura de Gravatá, por exemplo, e nele não há proibição para venda, apenas para queima de fotos e fogueiras.
