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CBF valorizando cada vez mais o futebol feminino

CBF valorizando cada vez mais o futebol feminino
CBF valorizando cada vez mais o futebol feminino
Imagem: reprodução/inter

Cada vez mais as mulheres conquistam seu espaço no futebol profissional. A projeção ocorre além do gramado. O grande exemplo desta evolução do futebol feminino brasileiro foi a escolha da sueca Pia Sundhage como treinadora da Seleção Brasileira, um desejo antigo da equipe feminina que gostaria de também ser comandada por uma mulher.

Pia Sundhage é referência no futebol feminino e já garantiu nesta modalidade três medalhas olímpicas em favor dos Estados Unidos (ouro) e Suécia (prata). A chegada de Pia representa um sinal verde de que a CBF tem ouvido mais seus atletas.

Além da seleção brasileira, a presença feminina também chegou nas seleções de sub-17 e Sub-20. Duda Luizelli e Aline Pellegrino devem garantir desenvolvimento, governança e ações profissionais sólidas como coordenadoras das seleções.

Em entrevista ao time da Betway, site de apostas esportivas, Aline Pellegrino deu méritos a valorização profissional da mulher após Rogério Caboclo ter assumido a presidência Confederação Brasileira de Futebol (CFB): “Eu acho que o presidente Rogério Caboclo desde que assumiu o mandato da Confederação Brasileira de Futebol colocou como pilares estratégicos da gestão dele o desenvolvimento do futebol feminino”, disse Aline em conversa com o time da Betway.

Uma das provas de que a CBF tem outra mentalidade foi a equiparação salarial dos jogadores e jogadoras das seleções do Brasil. Outro ponto marcante foi o lançamento do uniforme oficial da seleção feminina, que agora não conta com as cinco estrelas, que representavam títulos conquistados pelos homens e que foi bastante comentado no desporto mundial.

A valorização do futebol feminino vai muito além do setor administrativo. O campeonato nacional se tornou o primeiro do mundo a utilizar o VAR, sempre a partir das semifinais.

Estas mudanças que ocorrem no futebol feminino acabam dando musculatura na credibilidade de sua imagem e garantindo a chegada de patrocinadores fortes. Em um ano pandêmico, onde o mundo se transformou radicalmente e a crise econômica falou mais alto, o seguimento desportivo feminino ganhou confiança de torcedores e investidores.

O futebol feminino segue a mesma linha do masculino. Este seguimento está tão aquecido no Brasil, que muitas atletas, que antes optavam em jogar fora do país, agora, querem ficar em casa.

Não vai demorar muito para que a seleção brasileira ganhe valorização em sites de apostas esportivas online. Afinal, consolidar a confiança do torcedor é uma tarefa difícil e lenta.

“Não é uma questão de atenção, amor e carinho. É uma questão de desenvolvimento, governança e ações profissionais sólidas. O futebol feminino não pode viver de amor e carinho não. A gente quer respeito, profissionalismo”, pontuou Aline Pellegrino.

O ano 2021 pode ser ainda mais decisivo para o futebol feminino, visto que a mídia nacional pode dar visibilidade maior com transmissões e coberturas das partidas. Esta valorização deve favorecer a imagem das mulheres no esporte.