
Com medo de sofrer processo de impeachment, o presidente do Brasil Jair Bolsonaro (PSL) congelou mais de 1,4 bilhão da economia brasileira.
Sem o bloqueio, o gestor da federação poderá cometer crime de responsabilidade fiscal, como ocorreu com a ex-presidente Dilma Rouseff em 2016.
Os cortes foram feitos no Ministério da Educação (340 milhões); Ministério da Economia (280 milhões) e Ministério da Cidadania, com o maior corte de todos: 690 milhões.
