
Não tem sido fácil enfrentar as dificuldades impostas pela pandemia do novo coronavírus. Milhões de brasileiros podem começar a sentir fome nos próximos dias. Sem trabalho, sem condições de trabalhar informalmente, muitos chefes de família começam a sentir na pele o que é dormir, acordar e passar o dia com fome em casa.
Apesar dos desdobramentos do governo para oferecer recursos de programas sociais para algumas famílias, muita gente que vive na sombra da informalidade dificilmente vai conseguir retirar os R$ 600 reais do auxílio emergencial, ou os R$ 50 reais do auxílio-alimentação proposto pelo governo de Pernambuco. A impossibilidade está ligada a inúmeros fatos: como falta de documentos ou inconsistência de informações junto ao governo.
O rádio, a televisão, os jornais e as revistas, que muitas vezes não estão tão próximo o bastante das pessoas para ter dimensão da quantidade de pessoas que estão sem segurança alimentar. Alguns prefeitos têm sobrecarregado as finanças para distribuir cestas básicas; campanhas sociais estão sendo montadas voluntariamente para arrecadar alimentos para comunidades pobres.
Se você que lê esta reportagem conhece alguém que está em condições de vulnerabilidade social, busque ajudá-la. Algumas pessoas têm vergonha de assumir que estão com fome, ou precisando de algum alimento. Não precisar fazer doações nestas campanhas vistas na internet. Seu vizinho pode está precisando de sua ajuda.
