A verdade que não te contaram: TV aberta lidera preferência nacional e desbanca plataformas de streaming e redes sociais

Com 70% do consumo de vídeo no Brasil, televisão mantém hegemonia mesmo diante da era digital

Mesmo com a expansão das plataformas digitais e redes sociais, a televisão aberta segue como o principal meio de consumo de conteúdo entre os brasileiros. Dados do sistema Cross Platform View™, da Kantar Ibope Media, revelam que, em março, a TV aberta representou impressionantes 70% do total de vídeos assistidos no país. O sistema mede a audiência tanto da TV linear quanto do vídeo online, analisando o comportamento de consumo em aparelhos de TV – estejam eles conectados à internet ou não.

Essa ampla vantagem coloca a televisão aberta muito à frente da TV por assinatura, que responde por 9% do consumo de vídeo. Entre os serviços digitais, o YouTube se destaca com 12,5%, sendo a plataforma online mais utilizada para assistir conteúdos audiovisuais. Já os streamings sob demanda apresentam participação mais modesta: Netflix com 4,2%, Globoplay com 1,7%, Prime Video com 1%, Disney+ e Max (antiga HBO Max), ambas com apenas 0,4%. Outras plataformas representam um total de 0,8%.

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Apesar do crescimento das redes sociais e da produção de vídeos curtos, a TV aberta mantém uma forte presença nos lares brasileiros. Essa realidade contrasta com uma narrativa popularizada por alguns influenciadores digitais, que propagam a ideia de que o Instagram, Facebook e outras redes sociais já superaram a televisão como principal meio de entretenimento. No entanto, quando o foco é o consumo contínuo de conteúdo em vídeo, os dados mostram que a televisão ainda reina absoluta.

A preferência pela TV aberta se deve, em grande parte, ao seu fácil acesso, à programação diversificada e ao costume arraigado entre os brasileiros. Para muitas famílias, especialmente em regiões com menor acesso à internet, ela segue sendo a principal fonte de informação e lazer. Além disso, a TV continua sendo um espaço de convivência e compartilhamento de experiências coletivas, como novelas, programas de auditório e transmissões ao vivo.

Na era dos vídeos sob demanda e da hiperconectividade, a televisão brasileira segue firme, provando sua capacidade de adaptação e reafirmando seu papel como o maior canal de comunicação e entretenimento do país.

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