EUA emitem alerta máximo e pedem que americanos deixem 15 países do Oriente Médio imediatamente

O governo dos Estados Unidos orientou seus cidadãos a deixarem imediatamente cerca de 15 países do Oriente Médio diante do que classificou como “graves riscos à segurança”. O alerta foi divulgado nesta segunda-feira (02) pelo Departamento de Estado e ganhou ampla repercussão internacional.
A recomendação é que os norte-americanos utilizem voos comerciais disponíveis para sair das áreas consideradas de risco. Também foi feito um pedido específico para que cidadãos deixem a Cisjordânia e a Faixa de Gaza.
A lista inclui Bahrein, Egito, Irã, Iraque, Israel, Jordânia, Kuwait, Líbano, Omã, Catar, Arábia Saudita, Síria, Emirados Árabes Unidos e Iêmen. A medida reflete o agravamento do conflito na região após ofensivas militares realizadas pelos Estados Unidos e por Israel contra o território iraniano.
Nos últimos dias, os confrontos se intensificaram. Em resposta aos ataques, o governo do Irã passou a atingir áreas que concentram bases norte-americanas no Oriente Médio, ampliando o risco de um confronto regional mais amplo.
A tensão aumentou ainda mais após a imprensa estatal iraniana divulgar que o líder supremo do país, Ali Khamenei, estaria entre as vítimas das ofensivas. A informação elevou o tom das ameaças de retaliação por parte de Teerã.
O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, afirmou que reagir aos ataques é um direito legítimo do país. Já o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que qualquer nova ofensiva contra interesses americanos será respondida com força.
O cenário coloca a região em estado de alerta máximo, com impactos diretos na segurança internacional, no transporte aéreo e no mercado global de energia. Governos monitoram os desdobramentos enquanto cresce o temor de uma escalada ainda maior nos próximos dias.



